Por causa da ordenação dos seus primeiros sacerdotes, D. Lefebvre foi suspenso de ordens pela Santa Sé aos 22/07/76 - o que quer dizer que não Ihe seria Iícito para o futuro celebrar a S. Liturgia.
Pouco antes de sofrer esta censura, o arcebispo mandara ao Papa Paulo VI (aos 17/07/76) um ultimatum, em que pedia a S. Santidade: o retorno ao rito da Missa pré-conciliar, a restauração da Vulgata Latina (tradução feita por S. Jerônimo no século V), o restabelecimento do Catecismo de Trento (século XVI), a reafirmação do sacerdócio católico e do reino de Nosso Senhor Jesus Cristo sobre pessoas, famílias, sociedades civis (re-afirmação do direito público da Igreja), o abandono das idéias modernas (liberdade, igualdade, fraternidade, democracia), que estariam associando entre si prelados da Igreja e Lojas maçônicas.
A ruptura decorrente da suspensão de D. Lefebvre foi consagrada pelo arcebispo, que, apesar da proibição de Roma, celebrou Missa em Lille (França) aos 29/08/76 perante alguns milhares de pessoas; na homilia, o celebrante aludiu ao regime militar argentino como sendo "um Governo de ordem, apreciado por seus bons resultados".
1 Segundo D. Lefebvre, a Divindade do Senhor Jesus, a eficácia dos sacra-mentos, a presenca do sacrífício.
2 "A concelebração é contrária a finalidade própria da Missa", diz D. Le-febvre.
3 Falsas idéias ecumênicas: "Não há Bíblia ecumênica, mas a Bíblia de Deus não misturada com a linguagem dos homens".
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